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Dra. Daniele Espinhosa, oftalmologista em Curitiba

Oftalmologia • Curitiba

Clareza para entender.
Precisão para decidir.
Cuidado para enxergar melhor.

Dra. Daniele Espinhosa é médica oftalmologista com atuação em córnea, catarata e cirurgia refrativa, unindo experiência clínica e cirúrgica a uma relação próxima e individualizada com seus pacientes.

O princípio

Visão é autonomia.

Enxergar bem participa de praticamente todos os momentos da vida. Está na leitura, no trabalho, na direção, nas viagens, no uso de telas, nos encontros e na independência que queremos preservar ao longo dos anos.

Por isso, cuidar da visão vai além de corrigir um grau ou tratar uma doença ocular.

Significa compreender como você enxerga hoje, o que está mudando e quais possibilidades realmente fazem sentido para o seu caso.

Paciente durante exame oftalmológico em lâmpada de fenda com luz azul

Córnea e Doenças Externas

Córnea: onde precisão faz diferença.

Close de olho humano em exame oftalmológico clínico

A córnea é uma das principais estruturas responsáveis pela entrada e direcionamento da luz no olho. Alterações em seu formato, transparência ou estrutura podem comprometer significativamente a qualidade da visão.

A Dra. Daniele aprofundou sua formação nessa área na Universidade Federal de Uberlândia, atuando especialmente no universo das doenças da córnea e das doenças externas do olho.

  • Ceratocone
  • Olho seco
  • Alergias oculares
  • Infecções e inflamações
  • Pterígio
Saiba mais

Catarata

Catarata não começa na cirurgia.
Começa na decisão.

Close de olho humano com sinais de catarata em exame clínico

O diagnóstico de catarata é apenas parte da avaliação. É necessário compreender quanto a visão interfere na rotina, as características do olho, as necessidades visuais do paciente e suas expectativas.

Quando existe indicação cirúrgica, planejamento e escolha individualizada fazem parte do tratamento.

Entenda mais sobre catarata

Cirurgia Refrativa

Antes de pensar em tirar os óculos, precisamos saber se a cirurgia faz sentido para você.

Cirurgiã oftalmologista operando com microscópio cirúrgico em centro cirúrgico

A cirurgia refrativa pode ser considerada para determinados casos de miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia. Mas a escolha começa muito antes da técnica.

Estabilidade do grau, formato e espessura da córnea, saúde ocular, idade, estilo de vida e expectativas precisam ser avaliados.

Não é apenas: “Qual cirurgia fazer?”
É primeiro: “Devo fazer uma cirurgia?”
Saiba mais sobre cirurgia refrativa

Conteúdo educativo

Depois dos 40, sua visão muda.
Mas não muda igual para todo mundo.

Homem adulto lendo um jornal próximo à janela, em luz natural

Começar a afastar o celular, precisar de mais luz ou perceber dificuldade crescente para enxergar de perto são mudanças comuns ao longo da vida.

Presbiopia, alterações refrativas e mudanças do cristalino podem participar desse processo de maneiras diferentes. Compreender o que está acontecendo é o primeiro passo.

Entenda sua visão depois dos 40
Luz natural atravessando uma janela em ambiente silencioso
Enxergar melhor é continuar fazendo aquilo que faz parte da sua vida.

Visão e autonomia

Quem é a Dra. Daniele

Eu sempre soube que seria médica.
Só não sabia que seria oftalmologista.

Retrato da Dra. Daniele Espinhosa, oftalmologistaConheça a trajetória completa

Dra. Daniele Espinhosa nasceu em Barroso, Minas Gerais, e cresceu em uma família onde a Medicina fazia parte do cotidiano. Filha de médico, durante muitos anos acreditou que seguiria a Ginecologia e Obstetrícia.

Até que, praticamente às vésperas das inscrições para residência, participou de um Congresso Brasileiro de Oftalmologia em São Paulo. Foi ali que encontrou uma especialidade que reunia tudo aquilo que a fascinava: ciência, precisão, tecnologia, clínica e cirurgia.

A decisão foi imediata. A partir dali, escolheu apenas residências em Oftalmologia.

“Eu adoro trabalhar. Adoro atender. Adoro conversar com os pacientes. Sou muito realizada.”

A consulta que explica

Uma consulta também precisa fazer sentido para quem está do outro lado da mesa.

Dra. Daniele Espinhosa atendendo paciente em consultório oftalmológico

Exames, termos médicos, diagnósticos e possibilidades cirúrgicas podem parecer complexos. Por isso, parte importante do atendimento está em explicar.

  • Explicar o que foi encontrado.
  • Explicar o que o exame significa.
  • Explicar as possibilidades.
  • Explicar as limitações.
  • Alinhar expectativas.
  • E, quando necessário, explicar também por que determinado procedimento talvez não seja a melhor escolha naquele momento.

Compreender também faz parte do cuidado.

Tecnologia e exames

Tecnologia é importante quando ajuda a tomar uma decisão melhor.

Paciente em exame oftalmológico digital com análise da íris em tela

A Oftalmologia utiliza exames capazes de analisar detalhadamente diferentes estruturas do olho. Mas tecnologia sozinha não decide.

O equipamento fornece dados. A experiência médica interpreta.

exames + conhecimento + condição individual + necessidade do paciente

Talvez seja o momento

Talvez esteja na hora de olhar com mais atenção para a sua visão.

Grau mudando frequentemente

Astigmatismo aumentando

Ceratocone

Dificuldade para dirigir à noite

Visão embaçada

Diagnóstico de catarata

Mudanças na visão depois dos 40

Interesse por cirurgia refrativa

Pterígio

Alteração da córnea

Necessidade de avaliação cirúrgica

FAQ

Perguntas frequentes

A indicação considera o quanto a visão interfere na rotina do paciente, as características do olho e a avaliação clínica completa. Não existe um número isolado que defina o momento: a decisão nasce da combinação entre exames, sintomas e necessidades individuais.

Não necessariamente. Em fases iniciais, muitas pessoas seguem com boa funcionalidade visual e acompanhamento periódico. A conduta é definida caso a caso.

Não existe uma lente superior a todas as outras. Existem diferentes tipos, com características distintas, e a escolha depende do exame do olho, do estilo de vida e das expectativas do paciente, discutidos em consulta.

A avaliação considera estabilidade do grau, formato e espessura da córnea, saúde ocular, idade, estilo de vida e expectativas. Somente após esses exames é possível dizer se o procedimento é uma possibilidade para aquele caso.

A espessura da córnea é um dos fatores analisados, mas não o único. Há situações em que a cirurgia não é indicada e outras em que alternativas podem ser discutidas. A definição depende do exame individual.

A cirurgia refrativa pode reduzir a dependência de correção óptica em determinados casos, mas o resultado varia conforme o olho, a idade e o tipo de grau. Expectativas são alinhadas antes de qualquer decisão.

O diagnóstico é feito por avaliação oftalmológica com exames que analisam o formato e a espessura da córnea, como topografia e tomografia de córnea, sempre associados ao exame clínico.

Mudanças frequentes de grau, especialmente com aumento de astigmatismo, podem estar relacionadas a alterações da córnea e merecem investigação específica.

É comum surgir dificuldade progressiva para enxergar de perto, necessidade de mais luz e cansaço visual. Presbiopia, alterações refrativas e mudanças do cristalino podem participar desse processo de formas diferentes.

É a redução natural da capacidade de focalizar objetos próximos, relacionada às mudanças do cristalino ao longo dos anos. Faz parte do envelhecimento ocular e pode ser avaliada e acompanhada.

Não. Muitos casos são acompanhados clinicamente. A avaliação considera crescimento, sintomas, impacto visual e características da superfície ocular.

É uma condição relacionada a alterações na quantidade ou na qualidade da lágrima, que pode provocar desconforto, ardência, sensação de areia, irritação e oscilação da qualidade visual. O diagnóstico depende de avaliação oftalmológica.

Pode. Coceira, vermelhidão, irritação e lacrimejamento aparecem em diferentes condições, entre elas quadros alérgicos. A avaliação oftalmológica permite diferenciar as possíveis causas e orientar o cuidado adequado.

A conjuntivite envolve a conjuntiva, membrana que recobre a parte branca do olho e a face interna das pálpebras. A ceratite envolve a córnea. Como os sintomas podem ser parecidos, apenas o exame oftalmológico permite diferenciá-las.

Quando doenças, lesões ou alterações comprometem de forma significativa a transparência ou a estrutura da córnea e existe indicação após avaliação especializada. A decisão depende das características da condição ocular e de cada paciente.

Não. A hipermetropia é um erro refrativo relacionado ao modo como a luz é focalizada no olho. A presbiopia é a redução progressiva da capacidade de focalizar objetos próximos, relacionada às mudanças do cristalino ao longo dos anos.

Cada visão tem uma história. E cada decisão precisa considerar quem está enxergando.

Se você percebe mudanças na sua visão, recebeu um diagnóstico ou está avaliando uma cirurgia, o primeiro passo é compreender exatamente o seu caso. Uma avaliação individualizada permite analisar sua condição ocular, suas necessidades e as possibilidades disponíveis.

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